As autárquicas estão à porta e a Covilhã está dividida. Joaquim Matias é o candidato do PSD à Câmara Municipal da Covilhã

matias nos bombeiros

 

“Está confirmado. Joaquim Matias é o candidato do PSD da Covilhã para as autárquicas deste ano.”

Diz o povo que quem espera, sempre alcança. De Joaquim Matias guardo uma ténue e antiga recordação dos meus tempos na Secundária Nº3. Não me perguntem o motivo da greve/manifestação, não vos saberia responder. Saímos pela manhã da escola e fomos ao encontro dos alunos do Liceu e da Campos Melo, junto aos portões destas escolas. Com a pujança da idade, subimos a Calçada Alta e só parámos no Pelourinho. Um Pelourinho diferente do que hoje conhecemos. Fizemos barulho, com razão ou talvez não, e surgiu Joaquim Matias, que nos mandou voltar para a escola, que era, e hoje cito-o em jeito de concórdia, “o lugar dos estudantes”. Na altura não fiquei com uma boa impressão do homem, obviamente. O tempo passou, as ideias mudaram, e hoje digo “Nim”. Não tenho uma opinião formada sobre este candidato. Reconheço-lhe mérito nas funções que tem desempenhado ao longo dos últimos anos nas actividades ligadas ao associativismo. Não esqueço que foi vereador da oposição e da maioria social-democrata, que até tem traquejo na assembleia municipal. Mas pergunto: terá o perfil necessário para esta batalha? É que a candidatura “independente/pintista/um tanto ou quanto social-democrata” de Pedro Farromba  vai, sem dúvida, albergar uma boa percentagem dos votos do PSD Covilhã. Com esta perigosa divisão, não corremos o risco de vermos Vítor Pereira, o eterno segundo, a cumprir o sonho antigo de ser primeiro? Como já alguém opinou, lamentavelmente, só falta mesmo Carlos Casteleiro juntar-se à festa como “independente/um tanto ou quanto socialista” para completar uma autêntica “quadratura do círculo” à moda da Covilhã! As autárquicas estão à porta e a Covilhã está dividida. Concordando com algumas coisas, discordando de outras, reconheço o mérito da actual maioria no desenvolvimento da cidade. Recordo a Covilhã de 1997. Quem recorda, reconhece. Pedro Farromba faz parte da equipa, Joaquim Matias também fez, durante muitos anos. Repito: as autárquicas estão à porta e a Covilhã está dívida. E, para já, mais não escrevo.

Ivo Rocha da Silva

in “www.euivo.pt.vc” | Covilhã, 30 de Janeiro de 2013

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