O Ditador: uma comédia de intervenção | Filme expõe podres da política internacional

Sacha Baron Cohen é conhecido pela sua extravagante noção de comédia e inacreditável capacidade de surpreender (pela positiva ou negativa, dependendo do ponto de vista).

“O Ditador” não é só um filme cómico,  a roçar a ordinarice, já que passa uma importante mensagem aos que estão atentos, e aos que deveriam estar, às notas internacionais. Existe uma forte componente crítica aos Estados Unidos da América, mas a China e o mundo árabe também não escapam. Os grandes ditadores são arrasados e supostas mentiras do Governo norte-americano, como o assassinato de Bin Laden, ganham destaque. No final, o ditador nomeia vários pontos de interesse da sua ditadura, alegando, ironicamente, que os norte-americanos jamais poderiam compreender tais argumentos (porque, na prática, não os conheciam). Na verdade esses pontos têm muito em comum com a realidade das grandes potências, focando principalmente os Estados Unidos da América e a China.

Escutadas três frases, duas são dirigidas aos líderes mundiais e a grupos universais, às negociatas e ao poder paralelo, numa crítica directa e severa. Uma comédia de intervenção, eis tudo.

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