Chegou o ano do eleitor

Chegou o ano de 2009 e nós portugueses vamos ser chamados três vezes às urnas em eleições europeias, autárquicas e legislativas. Pelos sinais que se apreendem no convívio social há algumas nuances em relação às intenções de votos.

José Sócrates e o seu PS estão desacretidados do centro à extrema esquerda, pelo desempenho pouco esquerdino do governo. Curiosamente encontrei uma votação online sobre as tendências de José Sócrates:

Acha que Sócrates tem tendências suicidas? – 7 %

Acha que Sócrates tem tendências homossexuais? – 33 %

Acha que Sócrates tem tendências “de direita”? – 60 %

Quanto às duas primeiras não sei… a terceira, sem dúvida! Afinal José Sócrates começou carreira politica por cá, na Covilhã, na Juventude Socialista?

Não! Sócrates iniciou carreira na JSD – JUVENTUDE SOCIAL DEMOCRATA!

No PSD as coisas não estão melhores. Já falei sobre o assunto em artigos passados e não vou voltar ao tema. Até Marques Mendes, Menezes ou até Santana (ridículo!!!) têm mais crédito do que a senhora Ferreira Leite!

Nos partidos pequenos os Comunistas descem cada vez mais; o PP está quase equiparado a’Os verdes e o Bloco de Esquerda vai subindo mas não o suficiente para ser ameaça.

Contudo há uma hipótese! ‘O aparecimento de um partido na área do eleitorado do Manuel Alegre que viesse corporizar o descontentamento de muitos socialistas que embora descontentes com Sócrates nunca votarão no Bloco de Esquerda ou no Partido Comunista. Conheço muita gente que vive, desde já, este dilema e gostaria que alguém nessa área, com responsabilidades, tomasse uma posição esclarecedora. Todos sabemos que as ideias do Manuel Alegre arrastam atrás de si um milhão de votantes; mas mesmo que fossem apenas quinhentos mil já equilibrariam, com mais verdade, o jogo de forças em questão.’  

E surpresa das surpresas… Um conceituado sítio online que se dedica a estudos em áreas diversas, entre eles a política, avança o seguinte gráfico (nos questionários não foi colocada a hipótese ‘abstenção’; realizado em ‘Dezembro de 2008’):

Coligação Manuel Alegre + BE – 35 %

PS – 22 %

Outro 17 %

 

PSD – 16 %

PCP – 8 %

CDS/PP – 2 %

Parece-me que a abstenção terá a maior fatia do bolo mas aqui não foi equacionada. O futuro depende de todos nós, por isso não fique em casa no dia das eleições legislativas. Vá votar! 

Se as eleições fossem hoje, entre as hipóteses acima referidas, em quem votaria?

3 pensamentos sobre “Chegou o ano do eleitor

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