A Noite Fatal

Este foi o primeiro romance policial que li, já lá vão uns bons anos. Ainda anda cá por casa mas está já bastante velhinho. Acho que foi com ele que começou a minha paixão, e dizem por ai que não há amor como o primeiro. O livro foi publicado em Portugal nos anos 40 e é daqueles com mais de trezentas páginas. Não sou, nem nunca serei um amante de livros enormes mas este valeu cada palavra. Se a memória não me falha “A Noite Fatal” e “Código Da Vinci” foram os únicos com mais de 300 páginas. Dos famosos finais de policiais este foi aquele que mais me marcou, talvez por ser o primeiro. Apesar de ter já o faro apurado para estas coisas, com os livros de Enid Blyton, pensei em todas as personagens menos naquele que no final descobrimos ser o culpado. Fica a sugestão para quem gosta de ler e tem paciência…

Como o livro anda perdido por aí algures no meio de tantos outros, não tenho a sinopse e também não a encontro na internet. A obra é de Herbert Adams, uma mente brilhantemente criminosa e trata-se de uma jovem madrasta que chama os filhos do falecido marido à mansão para anunciar o casamento com um velhote (antigo oficial, penso eu). A notícia cai como uma bomba entre os vários irmãos, todos eles com razões para matar a madastra. Não se deixem enganar pelas várias descobertas bem pertinho do fim porque só mesmo bem no final é revelado o verdadeiro culpado. 

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