Política e reconhecimento internacional

A televisão estava na TVI e estava a dar o CQC. Qual é o meu espanto quando vejo o Miguel Rocha em Paris a questionar os francéze sobre Portugal. Devo dizer que foi das coisas mais deprimentes e decepcionantes dos últimos tempos. Não o CQC, que esteve muito bem, mas a triste verdade sobre o reconhecimento internacional do nosso país. Ouvi de tudo: Portugal é uma província de Espanha; a moeda portuguesa é o escudo; a melhor foi do Mr. Coiso que disse que Portugal era um pequena monarquia onde o rei não tinha muito poder e mais, que Portugal obdecia às ordens da Rainha Isabel II. Ainda mostraram a fotografia do Marco Paulo e do Zé Mourinho e acreditaram que um deles seria o rei de Portugal. A ideia da monarquia agrada-me mas com um rei como o Chalana nem pensar. Toda a gente sabe que o rei de Portugal é o Herman Zé. Por fim, mandei um salto quando ouvi um francês dizer que Portugal fazia fronteira com África. Primeiro pensei, outro que pensa que África é um país. Depois o sujeito emendou para África do Sul mas não deixou de ser ridículo. A única coisa agradável foi ver o Rocha a engatar as francesinhas no final.

Mais grave do que tudo isto, e até do que a bandeira nazi é a doutora Ferreira Leite dizer: ” Talvez fosse bom ficarmos sem democracia seis meses! “.  Mas será que não há ninguém que perceba que a mulher está a dar o golpe que faltava no PSD? Até me faz ter falta do meio-metro do Dr. Marques Mendes ou do esparvoado Dr. Menezes! Mas algum candidato a primeiro-ministro com o mínimo juizo diz que não acredita em reformas na democracia e que um intervalo à dita seria aceitável? É louca! Não há ninguém com dois ou até um dedo de testa que vote nesta mulher. O contrário da democracia é a ditadura! E a dita bem dura não é cá precisa. Tenha juizo e vá para casa senhora!

E a ministra da Educação que se acalme porque não estamos no Estado Novo. Primeiro as inúteis aulas de substituição! Querem entreter os alunos quando há furos? Arranjem um pavilhão e mandem-nos para lá. É bem mais produtivo do que estar dentro de uma aula com um professor que olha para eles como um homosexual olha para um mulher: sem saber o que fazer! Em seguida este sistema de faltas ridículo. Quem é que não teve já febre dois ou três dias e depois melhorou? Quanto ao que a senhora quer implantar na educação… as academias militares servem para o efeito.    

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