Eu, Ivo

O reconhecimento é uma consequência, não é um simples objectivo…

Arquivo para Casos de Polícia

Alvoroço na Tapada

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A antiga Quinta da Comenda, agora anexada à rua da Tapada, conhecida por muitos como as Galerias, famigerado beco de gente endinheirada, acordou em alvoroço esta manhã. O motivo? Um assalto em plena luz do dia, entre as dez e as onze da manhã. Os bandoleiros entraram no prédio número 1 (último do beco), subiram ao 2º andar e forçaram a entrada nos dois apartamentos do piso. Ao que apurei, num deles pilharam dinheiro e jóias, no outro ficaram-se por uma simples desarrumação. Os vizinhos  andam na rua, a falar uns com os outros (coisa rara por estas bandas) e a soltar estranhos ruidos de inquietação. Está nas sábias mãos das autoridades descobrirem os malfeitores, antes que nos voltem a visitar.

Programa Dificultex, finanças assassinas!

Eis que este programa Simplex do engenheiro Sócrates dá asneira atrás de asneira. Esta é para mim a mais insólita! O Cartão Único começou logo a dar para o torto quando alguém fez a piadinha “olha mostra-me lá o teu CU, para eu ver como é!”. Não podia ser bom prenúncio dar este nome ao cartão, por isso agora é o Cartão do Cidadão.É exactamente no Cartão do Cidadão que esta história começa. O senhor Carvalho perde os documentos e toca de mandar fazer o dito cartão. Quando o vai buscar depara-se com um número de contribuinte que não é dele. Lá fazem uma pesquisa e descobrem que afinal o sujeito tem dois números de contribuinte (vá se lá saber como). Eis que o homem pede para cancelar aquele que nunca usou (e que nem sabia que existia) e espera pelo Cartão do Cidadão com o seu habitual número de contribuinte. Quando volta às finanças para saber do caso, é informado de que o número foi anulado! Finalmente, pensam vocês, tudo resolvido! Mas não, porque afinal o senhor Carvalho estava morto! Certo funcionário incapaz dessa grandiosa “instituição da cunha” que é a Administração Pública, indicou motivo de óbito para cancelar o número de contribuinte. Mas isto não acaba aqui! Quando vai buscar o novo Cartão do Cidadão contente da vida, volta o cartão com o mesmo número de contribuinte! Aquele que fora cancelado por motivo de morte!

Ou seja… Uma qualquer pessoa rica de ignorância resolveu “matar” o homem para lhe cancelar um dos números, e quando lhe mandam o novo cartão do cidadão vem com o contribuinte que estava dado como morto! E depois diz o homem com razão:“Como é que eu trabalho? Como é que eu vivo? Estou morto!”

P.S. – Gostei particularmente da desconfiança do senhor Carvalho! É que de facto isto só mesmo para os apanhados! Este país é o nosso castigo! Esta administração pública só nos lixa! Portugal, a república das bananas! Oh Sócras conterrâneo… tu és macaco! Fica em baixo o vídeo da notícia no Nós por cá.

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Tony Carreira – A verdade sobre o plágio

Fala-se por aí do suposto plágio desse ícone da música portuguesa que dá pelo nome de Tony Carreira. Devo dizer para que não se faça confusão entre apresentar um facto e  criticar ou fazer companha contra, que não sou crítico do trabalho de Tony Carreira e acho até que é um bom exemplo do que devia ser o reconhecimento de muitos músicos neste país. Que fique então claro que apenas escrevo sobre este facto porque me parece que é correcto que se esclareça este assunto.

Montei este vídeo para um sítio online que criei mas que infelizmente não tenho tempo de actualizar: o Topa Tudo. Apesar disso o feedback sobre o vídeo foi positivo e é por isso que o coloco também aqui.

E tanto se falou sobre o suposto plágio de Tony Carreira a um cantor mexicano que não resisti a investigar. As conclusões estão aí! O conteúdo não pretende nem vai prejudicar o senhor, quem gosta de Tony Carreira continuará a gostar, quem não gosta tem aqui mais uma razão para não se agradar do dito. A questão aqui está no facto de Tony Carreira documentar no seu albúm de 1999 que a letra é do mesmo e do famoso Ricardo Landum, sem mencionar Cristian Castro, pioneiro da canção. Mais uma vez digo que é apenas uma apresentação de factos, com a qual espero esclarecer quem padecia de dúvidas.

Casos de Polícia

Não há nada mais inspirador do que os famosos “casos de polícia”! Eis aqueles que deram que falar ultimamente…

OS GRANDES GALILEUS:

No tribunal de Castelo Branco, o senhor Esteves, formado em direito e advogado de profissão ameaçou a juiza que julgava o seu divórcio. O sujeito foi levado para o posto… onde se acalmou? Nem pensar! Gritou a plenos pulmões “Eu vou para a prisão, mas eu mato-a!”. Ora aí está um grande galileu!

No Paul, terra de velhos costumes e pelos vistos grandes Galileus… a GNR recebeu um chamada pelo 112 com a informação de que um homem estaria a desancar porrada na mulher e no respectivo filho do casal. E o homem… acalmou-se? Claro que não! Toca de começar a insultar os homenzinhos da guarda e de lhes oferecer porrada! Faz-me lembrar um certo major Valentim-tim! “Quantos são?” “uns vinte agentes junto aos carros senhor major”, “venham eles que eu chego para todos!”… Resta dizer que o homem foi julgado por injúrias aos guardas e à instituição e foi condenado à pena de multa em 600 euros. “Que se fod*! Pelo menos posso dizer lá na terra que malhei nos gajos!”… Que grande Galileu!

REGISTOS POLICIAIS:

Uma senhora, residente no Tortozendo, apresenteu queixa por furto da sua estimada carteira que continha 680 euros! Ora aí está uma mulher prevenida… nunca se sabe quando se tem de f*oder os gajos da GNR e pagar multas de 600 euros!

E em Penamacor a GNR registou uma queixa de furto com recurso a cartão de crédito. Foram levantados 10 mil euros… talvez tenha sido algum lunático como o advogado Esteves, que para além de malhar na GNR, ainda ameaçou a juiza de morte! 

P.S. – O vídeo é uma sátira do programa Herman Zap à série ” Casos de Polícia” na Sic.