
Lembro-me como se fosse hoje. Estava no Covilhã Parque Hotel a ver o jogo quando aconteceu. Assim que caiu, recordo-me de dizer em tom de brincadeira: “Olha, já morreu”. O que infelizmente se veio a verificar. Morreu tragicamente, ainda que, certamente, a fazer uma das coisas que mais gostava na vida. Que a 29 seja sempre do Miklós Fehér. E que o seu último sorriso seja sempre recordado por quem o viu.
Realmente vai ficar na memória
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