
Li pela primeira vez “Um brinde à morte” há quatro anos, em Aveiro. É uma história fascinante e misteriosa, que deixa, para quem quiser responder, a seguinte pergunta: “Quando existe amor, existem limites para a loucura?” Mais um grande policial da melhor escritora de livros do género do século passado. Passei as últimas noites a reler e algo me diz que não será a última vez que o faço. Aconselho energicamente.
“Seis pessoas sentam-se numa mesa posta para sete no restaurante Luxembourg. Em frente ao lugar vazio está um ramo de rosmaninho, em homenagem a Rosemary Barton, que morreu nessa mesma mesa há exactamente um ano atrás. Um sentimento estranho paira no ar, tendo em conta que ninguém esquecerá tão cedo aquela noite e a agonia de que foram testemunhas: o belo rosto de Rosemary contorcido em espasmos, irreconhecível.
Mas Rosemary era uma mulher impossível de esquecer. Ela tinha a capacidade de despertar fortes paixões entre as pessoas que conhecia. Paixões essas que poderão ter ditado a sua morte…
“Um brinde à morte” (Sparkling Cyanide) foi originalmente publicado no Reino Unido em 1945, ano em que apareceria também nos Estados Unidos, sob o título “Remembered Death”. Foi adaptado à televisão em 1983 e 2003.
E agora reles o que te emprestei para servir de insppiração para o taaaaaaall que estará para vir
Ly@