Lembro-me como se fosse hoje. Estava no Covilhã Parque Hotel a ver o jogo quando aconteceu. Assim que caiu, recordo-me de dizer em tom de brincadeira: “Olha, já morreu”. O que infelizmente se veio a verificar. Morreu tragicamente, ainda que, certamente, a fazer uma das coisas que mais gostava na vida. Que a 29 seja sempre do Miklós Fehér. E que o seu último sorriso seja sempre recordado por quem o viu.
Sem dúvida o melhor e mais descarado actor de apanhados que este mundo conhece. Longa vida ao Ivo Holanda para continuar a fazer o que melhor sabe, apesar da idade. É mundialmente conhecido desde a década de oitenta por protagonizar os apanhados mais loucos e arriscar a pele, levando porrada tantas vezes que o apresentador do programa e patrono da SBT, Sílvio Santos, dizia sempre: ”É o Ivo Holanda? Então vai apanhar. Ele gosta de apanhar.” Dizem que já não está no SBT. Não sei se é verdade mas uma coisa eu sei, Ivo Holanda deixa um legado único no mundo do espectáculo. Segue uma de muitas:
Li pela primeira vez “Um brinde à morte” há quatro anos, em Aveiro. É uma história fascinante e misteriosa, que deixa, para quem quiser responder, a seguinte pergunta: “Quando existe amor, existem limites para a loucura?” Mais um grande policial da melhor escritora de livros do género do século passado. Passei as últimas noites a reler e algo me diz que não será a última vez que o faço. Aconselho energicamente.
“Seis pessoas sentam-se numa mesa posta para sete no restaurante Luxembourg. Em frente ao lugar vazio está um ramo de rosmaninho, em homenagem a Rosemary Barton, que morreu nessa mesma mesa há exactamente um ano atrás. Um sentimento estranho paira no ar, tendo em conta que ninguém esquecerá tão cedo aquela noite e a agonia de que foram testemunhas: o belo rosto de Rosemary contorcido em espasmos, irreconhecível.
Mas Rosemary era uma mulher impossível de esquecer. Ela tinha a capacidade de despertar fortes paixões entre as pessoas que conhecia. Paixões essas que poderão ter ditado a sua morte…
“Um brinde à morte” (Sparkling Cyanide) foi originalmente publicado no Reino Unido em 1945, ano em que apareceria também nos Estados Unidos, sob o título “Remembered Death”. Foi adaptado à televisão em 1983 e 2003.
O artigo que se segue contém imagens de nudez integral.
Sem preconceitos, Nádia Carrasco, ex-concorrente da “Casa dos Segredos 2″ na TVI, protagonizou uma das “melhores produções fotográficas” da revista “Penthouse”. A garantia é dada pelo editor da revista masculina, Basílio Santos, que descreve Nádia como uma mulher que preenche os critérios da publicação: “É bonita e sexy”. À tvmais, a jovem de 21 anos confessou o gozo que lhe deu esta produção. “Foi uma experiência muito boa e gostei imenso”, revela a ex-concorrente de “Casa dos Segredos 2″. “Gosto de produções ousadas e por isso aceitei. Foi espetacular”, afirma, confessando que, graças ao profissionalismo de quem a rodeava, “foi fácil” fazer este trabalho: “Trataram-me como uma rainha. Fiquei muito satisfeita e é uma experiência a repetir”.
É já no dia 10 de Janeiro, próxima terça-feira, que as listas C e E disputam a liderança da AAUBI. Conheço e reconheço gente capaz nos dois lados das barricadas. Pedro Bernardo, aluno de Engenharia Civil, lidera a Lista C e Gonçalo Gomes, aluno de Marketing, chefia a Lista E. Se não duvido que a Lista C pretende “ser um ponto de viragem no estatuto da associação, constituindo uma academia mais unida com um projecto credível”, credível (absolvam tamanha redundância) foi também o projecto desenvolvido pela direcção de Lénia Pereira (nome que, tal como outros da anterior direcção, consta da lista E), e na qual colaborou Gonçalo Gomes que representa, de certa forma, a continuidade. Conheço ambos os candidatos a presidente – somos conterrâneos e contemporâneos – e considero-os indivíduos capazes de assumir tal função. Boa sorte a ambos e que, seja qual for o veredicto final, a AAUBI prospere social e financeiramente. Para bem dos alunos, da instituição e da Covilhã.
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